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Quando há Oração há Esperança

QUANDO HÁ ORAÇÃO HÁ ESPERANÇA

Sabemos que oramos muito pouco. Qual a razão disto?  Algumas pessoas dizem que é por falta de tempo. E, com certeza muitas pessoas são muito ocupadas. Mas, é muito interessante que, quando olhamos para a história de alguns homens e mulheres que oravam mais do que nós, descobrimos que eles eram mais ocupados do que nós.

Percebo que não é o fato de não ter o que fazer que leva a pessoa a orar. Orar é uma resposta que damos, apesar das circunstâncias. Apesar de tudo o que está nos impedindo de orar. É um desejo e um mover que vem do nosso interior e que nos leva a orar. Então acabamos fazendo tempo para orar. Acordamos mais cedo, dormimos mais tarde, levantamos de madrugada, enfim, fazemos tempo para a oração. 

Mas, por outro lado, se a pessoa não tiver um programa de oração, uma exigência para orar, é mais difícil ela orar. Pode até fazer aquelas orações curtas de poucas palavras. Mas, ficar na presença de Deus duas horas ou mais, é diferente. Recentemente tivemos, numa madrugada, cinco horas de oração contínua. Não cantamos, nem lemos a Bíblia. Não houve sermão. Apenas oração, durante cinco horas! Isso ocorreu porque tínhamos um programa de oração. Nós nos programamos para orar das vinte e três horas até às quatro da manhã. Todos nós oramos em voz alta durante cinco horas. Mas, certamente, só o fizemos porque sabíamos que havia muita necessidade de oração naquele momento.

Você já ouviu falar de um pregador chamado John Wesley? Ele foi um homem extraordinário. Morreu com mais de 80 anos, e até essa idade continuava viajando a cavalo, e pregando três vezes por dia. Fazia pelo menos uma vigília por mês. Jejuava dois dias por semana. Ele escreveu muitos livros e era empenhado na obra social com crianças. Foi um reformador. Um avivalista. De fato, ele era um homem muito ocupado. Quando se considera tudo o que Wesley fez, a pergunta é: Como ele conseguiu tempo para tantas coisas? Wesley é o fundador da Igreja Metodista. Ele tinha trabalho com a igreja, trabalho social, escrevia livros, pregava três vezes por dia. E, apesar de tudo isto, fazia tempo para orar duas horas todas as manhãs.

Era também muito exigente com as pessoas que trabalhavam com ele. Só trabalhava com ele pessoas que jejuassem pelo menos duas vezes por semana. Ele mesmo jejuava duas vezes por semana. E essas pessoas também tinham pelo menos uma vigília por mês.

A Inglaterra escapou de uma revolução por causa de Wesley e de seus pregadores. Certamente esse milagre ocorreu por causa de todo aquele mover de oração. A França teve uma revolução, porque não teve um Wesley. A Inglaterra hoje está fria espiritualmente. As igrejas estão frias. Mas há uma bênção nesse país! As raízes são santas. A Inglaterra possui, há muitos anos, a moeda mais forte do mundo. O dólar não é a moeda mais forte. A moeda mais forte do mundo é a Libra. Fruto da bênção espiritual sobre aquele povo. E de onde veio esta bênção? Do poder da oração. Do avivamento.

O que aconteceria no Brasil se de repente viesse um mover de oração sobre o povo de Deus neste país? Se as igrejas em geral começassem a orar! Orar para valer, como Wesley e seu grupo oraram! O que iria acontecer no Brasil? Uma verdadeira revolução espiritual.

Por que oramos tão pouco? Não podemos dizer que é por falta de tempo. Wesley, como outros homens ocupadíssimos, oravam muito. Para orar é necessário fazer tempo.

Mas por que não oramos? Pode ser que não oramos porque não cremos no poder da oração. Nós ainda não percebemos o poder da oração. De fato, a Bíblia mostra que a oração tem um poder explosivo.  Há  um  poder  divino  na oração. É uma arma poderosa ao nosso alcance. Mas pode ser que ainda não estamos totalmente convencidos dessa verdade.

Pode ser também que sejamos muito apressados. Nós oramos hoje, e queremos que hoje mesmo tenhamos a resposta. Ou amanhã. Se não vier amanhã, no máximo depois de amanhã a resposta tem de vir. Mas na verdade não é assim. Oração é uma cultura. Como por exemplo, uma cultura de café. O café leva quatro anos para produzir, desde o plantio até à colheita da primeira safra. E quem vai fazer a cultura do café tem que saber disso, que ele vai trabalhar quatro anos para então fazer a primeira colheita de café.

Eu fui pastor em uma região cafeeira. Acompanhei o plantio, o cultivo, o trato, a maneira de como era colhido o café. As pessoas plantavam porque sabiam do resultado. Sabiam que a colheita viria. Por isto, a paciência para esperar por quatro anos. Com a oração nós não temos essa paciência. E porque já oramos um mês, e a resposta não chegou, começamos a duvidar um pouco, a enfraquecer, e não continuamos a fazer a cultura da oração. Então acabamos não fazendo a colheita. Por favor, lembre: a oração é uma cultura. E às vezes demora anos para produzir.

Pode haver um outro problema. Quase sempre, quando falamos em oração, a primeira coisa que vem à mente são os bens materiais. Logo se pensa nos negócios, ou nas necessidades. Vem à mente, buscar de Deus as coisas que não se tem ainda: o carro, a casa própria, e outros recursos. E não estamos errados em orar pela casa ou pelo carro que ainda não possuímos. É só cultivar a oração, que receberemos tais bens materiais. A não ser que Deus tenha outros planos para nós. Mas, nesse caso, a oração nos levará a entender e ficar plenamente realizados com os planos de Deus.

Mas, quando pensamos em oração, deveríamos deixar as coisas materiais em segundo lugar. A palavra de Jesus nos diz para buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e as demais coisas nos serão acrescentadas. Buscar o Reino de Deus é desejar que esse Reino seja implantado em nossa mente e coração aqui e agora. E que Ele venha com poder e glória sobre toda a terra, o mais rapidamente possível.

O que a oração precisa fazer em primeiro lugar? A oração precisa, em primeiro lugar, trabalhar comigo mesmo. Ela precisa transformar o meu ser, me colocar no caminho certo. Trabalhar na minha mente, nos meus pensamentos, nos meus alvos, nos meus objetivos. Produzir em mim um novo homem. Em primeiro lugar tem que ser isso. E só em segundo lugar as coisas materiais.

Nos últimos trinta anos passou pelas minhas mãos uma quantia muito grande de dinheiro para fazer a obra de Deus. Não foi pouco.  Sempre em pequenas quantidades. Mas continuamente recebendo dos tesouros de Deus. Tantas vezes fiquei inquieto inquirindo porque Ele não coloca nas minhas mãos uma quantia grande   de   uma   só   vez,   pois   assim    eu   poderia   resolver   várias   situações rapidamente. Se eu recebesse na semana que vem um cheque de R$ 200.000,00!

Quantas coisas seriam feitas rapidamente. E porque Deus não manda o dinheiro de uma só vez? A resposta que tem feito aquietar meu coração é que o dinheiro é um perigo. Nesse caso, o perigo poderia ser começar a esquecer da oração.

Há alguns anos um empresário veio a mim com vários projetos que segundo ele, dariam ao Vale da Bênção todo o dinheiro que precisávamos para terminar a Cidade da Criança, e os outros projetos. Os projetos eram bons, mas nós nunca tivemos condições de executá-los. Mas, por outro lado, se tivéssemos tido êxito com esses projetos, não correríamos o risco de nos desviarmos, por não precisarmos mais orar para receber o sustento que tanto necessitamos a cada dia, a cada semana, a cada mês? Temos que orar para receber recursos para comprar comida para as crianças. Se não chegar  o  dinheiro,  não  temos  como  alimentá-las. E vai  fazer  vinte  anos  que trabalhamos  com crianças e o dinheiro sempre chegou para comprar a comida. Hoje cuidamos de cerca de seiscentas crianças. E fico impressionado, como, no dia-a-dia, as necessidades são supridas. Às vezes com luta, com demora, mas chega.

Deus está muito interessado em nós. Por isto, Ele está sempre trabalhando em nós. Ele me conhece melhor do que eu me conheço. O Apóstolo Paulo pediu para que Deus removesse o espinho da sua carne. Ele orou três vezes pedindo isto a Deus. Deus lhe disse que não tiraria, pois o conhecia. Parece que ouço Deus lhe falando assim: “Se eu tirar este espinho, Paulo, você vai se desviar, vai ficar orgulhoso, e eu vou perder você. Eu não posso tirar esse espinho. Eu preciso de você na minha obra”.

Qual pai que vê um espinho no pé do filho e nega-se a livrá-lo? Você tem coragem de fazer isto? Com certeza não. Mas o grande Pai, amoroso, misericordioso, não tira o espinho. Por quê? Porque não gosta de nós? Por que não nos ama? Não! Porque Ele nos conhece. Ele sabe que, caso tire o espinho, será ruim para nós. Ele deixa o espinho nos ferindo porque está tratando conosco. A necessidade de lutar em oração, nos aperfeiçoa, nos santifica, nos conserva humildes, mansos, e trabalha a nossa fé. Saímos com mais fé de cada batalha ganha. A oração, em primeiro lugar, é uma oportunidade para Deus tratar comigo.

Em todos estes anos em que precisei orar para receber tudo o que eu precisava para a vida pessoal, para a família e para a obra de Deus, eu fui aprendendo o caminho da fé. Como a fé funciona. Eu até tive coragem de escrever um livro sobre esse assunto. “Doze Passos Para uma Fé Vitoriosa”. Trata de verdades que eu fui aprendendo durante os anos. Hoje eu sei que se não tivesse enfrentado tantas necessidades, não teria aprendido como funciona a fé e a oração.

Tenha paciência com a cultura da oração. Ore hoje, ore amanhã, ore depois de amanhã, ore semana que vem. Continue orando no próximo mês. Os meses vão se passando e você continua a orar. Você ora. E ora novamente. Se está cansado, ore! Não está disposto para a oração, ore assim mesmo! Ore, ore e ore. Oração é uma cultura. É uma lavoura! Tire o mato, revolva, corte a terra, coloque o adubo. Vá orando. E você vai descobrir qualquer dia destes que a lavoura começou a produzir. Chegou a bênção! É a paciência da oração.

Estamos no processo de publicação de um livro chamado: “O Pecado de não orar”.  O  autor, John  Rice, diz  que  “não  orar  é   um  pecado  horrível!  O  mal das igrejas é a falta da verdadeira oração. É o mesmo pecado dos obreiros. O mal da congregação é esse pecado horrível de não orar. Deus tem um remédio para todo pecado, fracasso, falta das coisas, se orarmos suficiente e efetivamente. Deus tem o remédio! Isso é um desafio!”

Qual é o seu problema? O que está faltando para você? O carro, a casa, o emprego? Um pouco mais de dinheiro? A transformação de um filho? A vitória na família? O que John Rice nos diz, em seu livro “O Pecado de Não Orar”, é que Deus tem o remédio para qualquer uma destas coisas se nós orarmos suficiente e efetivamente.

Há muitos anos me contaram a história de um pastor que tinha uma filha jovem, que foi se desviando dos caminhos do Senhor, até estar completamente longe de Deus. Ela se tornou uma moça mundana. Foi uma coisa horrível para o coração do pastor. Uma perturbação horrível para o seu ministério. A filha do pastor, mundana, pervertida! Ele orando, orando! A resposta não vinha. Até que ele tomou uma decisão. Disse para a esposa: “Vou me fechar no quarto. Não vou comer, vou orar até que aconteça um milagre na vida da nossa filha”. Ficou em jejum naquele primeiro dia. Naquela noite dormiu muito pouco. Acordou e não tinha acontecido nada com a filha ainda. Então continuou em jejum aquele dia todo.  À noite novamente dormiu pouco. Terceiro dia, e ainda não tinha acontecido nada. Lá pelo quarto dia a filha perguntou para a mãe onde estava seu pai, pois  ainda não sabia do que ele estava fazendo. Sua mãe lhe disse que ele estava orando e jejuando por ela. Ela ouviu e não deu muita importância. O pai continuava firme em seu propósito de oração. Dois ou três dias depois, o poder de Deus veio sobre aquela moça. Ela foi transformada. Voltou para Jesus. Aconteceu o milagre que ele estava pedindo.

Às vezes uma mãe diz assim: “A minha filha está desviada e eu estou orando por ela”. A pergunta é: “Irmã, quanto você está orando pela sua filha? Quanto você já jejuou por ela?” O que o Dr. John Rice está dizendo é que Deus tem o remédio se orarmos suficiente e efetivamente! Deus tem o remédio! Você está dizendo que está orando há vinte anos por uma situação e que nada aconteceu? Eu pergunto: “Quanto você está orando? Você está orando suficiente e efetivamente por essa situação? E não aconteceu ainda?”. Você pode, com toda a sinceridade, dizer que  tem orado suficiente e efetivamente por essa situação?

O Dr. John Rice nos lembra que é pecado quando oramos e pedimos erradamente, para consumir com a nossa luxúria aquilo que Deus nos der. É isto que Tiago nos ensina. Às vezes Deus não responde a oração, porque aquela oração é para pedir alguma coisa para a nossa própria luxúria. É pecado quando pedimos erradamente para consumir com a nossa própria luxúria. Também é pecado quando oramos sem fé. Nós oramos, mas oramos sem fé. Então é pecado. Mas também é pecado quando a vida no lar é incorreta. O Apóstolo Pedro ensina isto. Quando o marido não trata bem a esposa, esse é um impedimento sério para a oração. A oração não é respondida. Quando temos uma vida incorreta no lar, ou quando temos pecados não corrigidos. Quando temos dureza de coração, rebeldia, falta de amor pela Bíblia, entre outras coisas, não há possibilidade de resposta para as nossas orações.

Mas, afirma o Dr. John Rice, que o maior pecado da oração é simplesmente não orar. Se nós estamos orando e temos uma vida incorreta no lar, muito provavelmente, por causa da oração, a situação pode mudar. Ou quando nós temos algum mal, algum pecado na vida, uma situação em que não estamos corretos, se estamos orando, é provável que aquela situação vá mudar e possamos nos arrepender. Ou, então, quando há uma rebeldia ou qualquer outra coisa e estamos orando, então, pode acontecer um milagre e a aquela situação mudar. Podemos dizer que, com toda a certeza, se há oração, há esperança. Mesmo que a resposta da oração esteja impedida por causa de alguma coisa errada, havendo oração, há esperança.

Se uma pessoa está, por exemplo, bebendo, mas alguém está orando por ela, há esperança. Quando há oração há esperança. Sabe quando não há esperança? Quando não há oração.

Por isto, o maior pecado da oração é simplesmente não orar. Porque, quando não há oração não há esperança. Quando há oração há esperança, e, então, quanto mais efetiva for a oração, quanto mais tempo orarmos, mais esperança haverá de que aquela situação será corrigida e que a resposta chegará.

Se você está agora preocupado com alguma coisa na sua família, na sua casa, nos seus negócios, nas suas finanças; se tem necessidades urgentes; se há situações que precisam de solução urgente; diga para você mesmo: “Eu vou orar mais por essa situação, por esse problema, por essa dificuldade”. Diga agora mesmo que vai orar.  Que vai gastar mais tempo orando! Faça um plano de oração.  Diga: “Deus, eu vou colocar o relógio para despertar às três da manhã. Pai, o Senhor sabe como tenho dificuldade para acordar. Como sou dorminhoco. O Senhor sabe que o relógio desperta e eu, tão sonolento, não acordo completamente. Com os olhos fechados, meio dormindo, eu travo o relógio. Às vezes, eu ouço o relógio e não consigo levantar. Mas, Senhor, dá-me essa graça. Eu vou colocar o relógio às três da manhã e vou sair da cama. Não vou ajoelhar perto da cama, pois é uma tentação para voltar a dormir. Eu vou lá para a sala. Vou colocar os joelhos no chão duro. Isso vai me ajudar a ficar acordado. Eu vou orar Senhor. E se ainda assim eu ficar com sono, eu vou me levantar, vou orar caminhando na sala. Vou orar. Pelo menos meia hora. Eu preciso buscar o Senhor em oração. Ajuda-me Senhor”.

Quando as minhas filhas Márcia e Débora eram bem pequenas e nós morávamos no Seminário de Cianorte, no Estado do Paraná, o Senhor providenciou para que eu orasse nas madrugadas.

Tínhamos dois quartos na casa. Um quarto do casal e outro delas. Certa noite, por volta das três da madrugada, elas acordaram e vieram para o nosso quarto. Acordamos e ficamos um tempo com elas. Depois as levamos de volta para o quarto delas. Dificilmente elas acordavam de madrugada. Mas, na noite seguinte aconteceu a mesma coisa. Na terceira noite, eu pensei: alguma coisa esta errada. Será que o Senhor está querendo falar comigo? Nesta noite vou acordar antes delas. Coloquei o relógio para despertar antes que elas acordassem. Fiquei em oração. E elas não acordaram naquela noite. Na segunda noite também não! Não precisava ser muito inteligente para descobrir que Deus estava querendo me acordar.   E comecei a orar de madrugada. Elas não acordaram mais nas madrugadas. E aquele período foi de uma riqueza espiritual tremenda para mim.

Você já acordou no meio da madrugada e ficou contando carneirinhos para voltar a dormir outra vez? Mas não conseguiu dormir. E tentou outros truques, mas mesmo assim não conseguiu dormir. Não desconfiou que foi Deus que o acordou? Talvez, no dia seguinte, encontrou alguém que lhe contou sua luta naquela madrugada. Ou alguém telefonou para dizer que tinha precisado muito de ajuda na madrugada. Que alguém ficou doente. Que o parente, ou o amigo, ou uma ovelha, estava precisando muito de intercessão na madrugada. E então você percebeu que na hora que acordou de madrugada, devia ter orado, mas não orou. Você podia ter ajudado naquela situação, e não ajudou. O maior pecado é o pecado de não orar.

Os discípulos pediram para Jesus: “Senhor, ensina-nos a orar”. Eles não pediram a Jesus para os ensinar a pregar. Todo seminário ensina a pregar. Tem até sermão de prova. Tem curso de homilética. Há uma grande movimentação para ensinar o aluno a pregar. Eu fico preocupado com isto, pois, em geral, os seminários não se preocupam em ensinar os alunos a orar. Aprendi muita coisa boa nos meus cinco anos de seminário e dou graças a Deus pelo seminário que tive. Mas seria ótimo se tivessem me ensinado a orar. Quando eu saí do seminário, não sabia orar. Não sabia gastar tempo em oração.

Jesus não ensinou os discípulos a pregar. Não há nenhum texto na Bíblia dizendo que Jesus estava ensinando os discípulos a pregar. Mas Ele os ensinou a orar. Jesus sabia que eles precisavam aprender a orar. Eles iam aprender a pregar também, mas antes, em primeiro lugar, precisavam aprender orar.

Senhor, ensina-me orar! Que essa seja nossa oração!

Faz um bom tempo que oro. Faz tempo que leio livros sobre oração. Que tenho um grande desejo de aprender a orar. Mas sei que sou um aluno ainda. Preciso aprender muito mais, para orar melhor. Na verdade, sei muito pouco sobre oração. Então, esta oração é minha também. Senhor, ensina-me orar!

Com um abraço carinhoso.

Pastor Jonathan

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